terça-feira, 10 de Novembro de 2009

Um dia de cada vez

É raro o dia em que não aprendo algo novo. Desde a pessoa estúpida que insiste em balançar insistentemente a sua mala contra as pernas dos outros nos transportes públicos até à pessoa estranha com quem se cruza na rua e da qual se obtém um sorriso tímido, de tudo se pode retirar uma experência e aprender qualquer coisa.

Hoje foi um dia em que aprendi muito, e posso destacar alguns momentos importantes:

  • O meu avô paterno fez a bonita idade de 88 anos! Não devo lá chegar e isso fez-me pensar muito na vida ao ponto de fazer contas;
  • Percebi, mais uma vez, que não é na empresa onde neste momento trabalho que vou ser totalmente realizado profissionalmente;
  • Continuo a ser uma pessoa confiável;
  • Consegui recuperar a minha capacidade de não me deixar atingir ou abater facilmente;
  • Voltei a escrever neste meu cantinho de ideias soltas, pensando que nunca o deveria ter deixado de fazer.

E amanhã é outro dia. Vamos a isso, estou preparado.

PG

sábado, 8 de Agosto de 2009

Raúl Solnado (1929-2009)

Raul Solnado

Diz quem o conheceu ter sido uma excelente pessoa. Foi um grande artista e revolucionou o humor em Portugal.

Um bem haja.

PG

segunda-feira, 20 de Julho de 2009

Ou gostam ou põem de lado

Não sou de esconder, gosto de mostrar. Mostrar o que sinto e o que penso de uma forma clara. Ensinou-me o tempo que o modo como o faço não é o melhor na maior parte das vezes.

Por vezes sou interpretado como um bruto, como um insensível, ou até talvez como um mau carácter. É complicado quando não se tem complexos em dizer o que por vezes deveria ser simples.

Objectividade, é um das minhas bandeiras. Tento nunca complicar o que é simples. Claro que existem excepções e já me deparei com várias. Geralmente nessas excepções acabo por ferir susceptibilidades.

Andamos todos aqui nesta aventura a que chamamos vida para sermos tristes ou para sermos felizes? Há quem pense que vale a pena ser infeliz, nem que seja só por alguns momentos.

É o preço a pagar.

PG

quinta-feira, 16 de Julho de 2009

Recrutamento pessoal

Não sou de me deixar influenciar pelo panorama profissional. É certo que há limites. Mas neste campo tento exponenciar ao limite a minha paciência.

Ultimamente não me sinto a pessoa mais realizada ao nível profissional. Gosto do que faço, mas o modo como o tenho que fazer faz-me ficar possuído.

Deverá o trabalho ser realizado de uma forma eficaz ou eficiente? É complicado.

O que é realmente importante é evoluir, variando a metodologia aplicada. Quando isso não acontece, a monotonia entra em cena. Isto faz com que a situação se complique. Vem a desilusão, a desmotivação, o desespero e tudo isto contribui para que o trabalho uma vez bem desempenhado se transforme num conjunto de processos mecanizados e sem sentido.

São 6 anos na mesma empresa. Conheço as coisas boas (às vezes tenho de pensar bem nisto), as coisas menos boas e as que normalmente se apelidam de «podres». Considero-me um elemento importante na estrutura, pois se eu falho muita coisa corre mal e o trabalho de muita gente deixa de fazer sentido e torna-se inútil.

Considero a cultura empresarial um factor muito importante numa organização, pois muda caso a caso, o que a torna especial e que a define de certa forma. Tendo isto em conta é extremamente importante que este factor seja o mais cuidado. Seja considerado o elemento mais precioso, para que tudo corra bem. É como se fosse a base de tudo, se essa cultura empresarial é inexistente ou é de certa forma «poluída», nada irá correr bem a médio/longo prazo.

Solução? Todos os dias, penso nisso e apenas me surge a mesma solução: mudar de ares.

Sim, agora mais do que nunca, quero mudar. Quero um novo desafio, quero reconhecimento, quero respeito, quero profissionalismo, quero criatividade, quero organização, quero decisões fundamentadas na razão e não no capricho… Quero estar numa empresa com cabeça, tronco e membros.

PG